Os Embaixadores da Cultura Mineira marcaram presença no maior Festival de Quitanda do Brasil, na histórica Congonhas. Foi um momento único de celebração, reconhecimento cultural e valorização da verdadeira essência da nossa gastronomia. E eu tive a honra de acompanhar cada passo dessa comitiva, registrando em imagens toda a emoção e a beleza desse encontro com as nossas raízes.

A comitiva foi conduzida pela influenciadora digital e idealizadora do projeto, Edivane Miguel, que acompanha diariamente as ações culturais, gastronômicas e sociais dos embaixadores por todo o estado. Ao seu lado, brilhando na organização, esteve Rosi Campolina — pré candidata a Deputada Estadual e braço direito de Edivane no projeto, embaixadora da gastronomia acadêmica mineira e curadora tradicional do Festival de Quitandas de Congonhas. O trabalho incansável da Rosi foi fundamental para a realização do evento e para a captação de grandes parcerias que fortalecem essa tradição.
Entre essas conquistas, destaca-se o apoio de grandes empresas como a Moinho Globo, que doou, com mediação de Rosi Campolina, toneladas de trigo destinadas ao incentivo das quitandeiras, mostrando a força da união entre cultura, gastronomia e responsabilidade social.

Reconhecimento e Missão no Júri
O convite para a participação dos embaixadores partiu da Secretaria de Cultura e Turismo de Congonhas e da curadoria de Rosi Campolina, reforçando o valor do trabalho que o grupo desenvolve em prol do nosso estado.
Durante o festival, os embaixadores tiveram a honra de integrar o corpo de jurados ao lado de grandes nomes da culinária mineira, incluindo representantes do grupo “Junto dos Bão que a Gente Fica Mió”.


A própria Edivane Miguel também compôs o júri, estreitando ainda mais seu compromisso com a divulgação da nossa terra. Através das minhas lentes, pude captar a seriedade, o carinho e o respeito em cada avaliação.
Mais do que avaliar, a verdadeira missão dos Embaixadores da Cultura Mineira é apoiar e valorizar as quitandeiras — mulheres guerreiras que mantêm viva a identidade da culinária mineira e quitandeiros.

Sair de Belo Horizonte para prestigiar o festival em Congonhas é um gesto de aplauso e incentivo a essas trabalhadoras que fazem da quitanda um patrimônio puramente afetivo.

Um Trabalho que Continua
O movimento começou muito antes do evento. Uma rede forte de embaixadores, jornalistas, professores de gastronomia, mestres da culinária, influenciadores e comunicadores mobilizou as redes sociais para atrair o público e fomentar o turismo cultural. E o compromisso não acaba com o fim da festa: o trabalho de divulgação continua, levando o nome de Congonhas e das quitandeiras para os quatro cantos do mundo.
Cada integrante da comitiva contribui com sua experiência e profissionalismo, formando uma corrente de preservação da nossa identidade. O Festival de Quitanda de Congonhas não é apenas um evento gastronômico; é memória, resistência e oportunidade para centenas de famílias da cidade e da região.

E eu, Carla Costa, deixo aqui o meu agradecimento e o meu registro visual dessa festa linda. Parabéns à cidade de Congonhas, à Secretaria de Cultura e Turismo, à curadoria de Rosi Campolina, às amadas quitandeiras e a todos que fazem a cultura de Minas Gerais brilhar através de suas mãos.